O Governo do Estado publicou nesta sexta (02) um documento que define grupos de modalidades esportivas e aponta quais protocolos deverão ser seguidos. Estes critérios serão fundamentais para a retomada das competições, sejam amadoras ou profissionais.
As modalidades esportivas foram divididas pela secretaria em grupos. Pra que isso serve? Para medir o nível de risco de contágio em cada espaço.
No grupo 1, modalidades individuais e sem contato direto, como ciclismo, corrida, crossfit, triatlhon, tênis, natação, dança etc.
No grupo 2, estão as modalidades individuais, mas com contato direto: como boxe, capoeira, jiujitsu, judô, MMA, muaythai, karatê, taekwondo, wrestling (luta livre) e wu shu.
No grupo 3, modalidades coletivas, consideradas com pouco contato: badminton em duplas, futevolei, vôlei de praia. E no grupo 4, modalidades com contato intenso: basquete, vôlei, futebol amador e americano, futsal e handebol.
No artig 5º do documento é onde as organizações de competições amadoras e profissionais precisarão abrir os olhos. Ficam estabelecidos critérios com base no indicador de monitoramento da COVID por regional de saúde, ou seja, o organizador, antes de propor a competição, deve avaliar se seu município ou região estão no quadro de risco abaixo:
I - No Risco Extremo (VERMELHO): no estágio indicado ficam proibidas todas as categorias esportivas elencadas no Art. 2° desta Portaria;
II – No Risco Alto (LARANJA): no estágio indicado, fica permitida a prática das atividades esportivas de rendimento (nível nacional ou internacional), de participação e lazer (participação voluntária) ou educacional (instituições de ensino).
Fonte: www.larissamaciel.com.br