Gabigol, do Flamengo, paga R$ 110 mil e se livra de processo por crime  contra a saúde pública após flagra em cassino clandestino

 O atacante Gabigol, do Flamengo, entrou em acordo com a Justiça de São Paulo e concordou em pagar 100 salários mínimos (R$ 110 mil) para não ser processado por crime contra a saúde pública após ter sido flagrado em uma aglomeração em um cassino clandestino, no dia 14 de março, na capital paulista.

 No acordo, que foi proposto pelo MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo), Gabigol pagará os R$ 110 mil ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente de São Paulo, com seu processo sendo extinguido na sequência.

 A audiência virtual durou cerca de 10 minutos, nos quais o jogador não comentou detalhes do processo e apenas aceitou os termos do acordo alinhado pelo MP.

 Caso tivesse sido condenado no caso, o atleta poderia receber pena de um mês a um ano de detenção, além de multa.

 Vale salientar que a audiência de Gabigol estava marcada para acontecer em 20 de abril, mas acabou adiada para esta segunda-feira a pedido dos advogados do atleta, já que, na semana passada, ele viajou à Argentina para defender o Fla contra o Vélez Sarsfield, pela estreia da Conmebol Libertadores.

 Em 14 de março, o atacante e outras 200 pessoas foram flagrados em uma aglomeração ilegal na zona sul de São Paulo, bem em um dos piores momentos da pandemia de COVID-19 no Brasil.

 Na ocasião, os detidos foram levados à delegacia e liberados após assinarem Termo Circunstanciado por terem cometido crime contra a saúde pública.

 No caso de Gabigol, porém, o acordo feito com a Justiça impediu que o processo fosse adiante, e, com isso, o atleta não sofrerá mais qualquer tipo de punição.

 O centroavante volta a atuar nesta terça-feira, contra o Unión La Calera, no Maracanã, pela 2ª rodada da Libertadores.


Fonte: www.espn.com.br